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Provas Científicas da Sobrevivência, uma Confirmação
das Conclusões Experimentais de Allan Kardec

 
Observe-se que Zöllner, Wundt, Fechner, Robert Hare e Nicholas Wagner não eram espíritas, o que confere ao trabalho que realizaram absoluta isenção de ânimo e imparcialidade. Infelizmente, porém, tais pesquisas passaram (e passam) despercebidas dos “espíritas” tupiniquins, muitos se arvorando cientistas, que realmente o são, mas de terceiríssimo mundo. Aqui na cidade do Salvador, por exemplo, a Doutrina Espírita assumiu caráter de verdadeiro deboche. Levam-na à conta de uma medíocre manifestação de Espíritos, sem quaisquer conotações baseadas na Verdade. Aliás, caros internautas, quem detém, hoje, na capital da Bahia, o poder de divulgar o Espiritismo, não o vem fazendo, descambando para a jocosidade, transformando a tribuna de que se utilizam em verdadeiro picadeiro circense. Aí, as gargalhadas proliferam numa franca manifestação de desequilíbrio e de desconhecimento do destino transcendental da Codificação e de obras subsidiárias, como a de Zöllner, séria.

Dir-se-ia que o trabalho fantástico desses pesquisadores foi em vão. Entretanto, a necessidade de se resgatar tais pesquisas e mostrar ao mundo que o Espiritismo encontra-se completamente deslocado nas terras brasileiras, sendo “propriedade” de indivíduos que se aproveitaram do movimento espírita para ganhar notoriedade, e faturar financeiramente sem quaisquer escrúpulos.

Transcrevemos a seguir trecho do capítulo primeiro da obra em espécie.

“Este pequeno volume prova a sobrevivência espiritual do homem. É um dos livros mais extraordinários que já apareceram no mundo. Não apresenta argumentos teológicos, nem se apóia em textos sagrados (o que é característico da Doutrina Espírita). É um livro de ciência, relatando experiências científicas, realizadas por homens que são expoentes das ciências positivas, respeitados e estudados em todas as Universidades do mundo.

“O autor é Zöllner. Bastaria este nome. Mas, além dele, temos Weber e Fechner, criadores da psicologia experimental, Wundt e Scheibner, Robert Hare e Reichenbach, Thiersch e Nicholas Wagner, e outros ainda, que completam a equipe de eminentes pesquisadores dos fenômenos aqui relatados. Quem lê este livro, admira-se de que as investigações desta ordem continuem esquecidas nos arquivos e não tenham sido desenvolvidas, em nosso século, até as suas últimas conseqüências (no Brasil, v.g., enfatiza-se um pseudo-aspecto religioso do Espiritismo, especialmente aqui na Bahia, terra de tanto misticismo e de tanta ignorância). É espantosa a prova de alienação espiritual do homem moderno, que este episódio da História das ciências nos oferece.” (ZÖLLNER, Friederich in Provas Científicas da Sobrevivência, ed. Edicel, 3ª edição, São Paulo: 1978 – página 9) (As intervenções entre parênteses são de autoria da equipe do site)

 
 
 
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