Dois
de Novembro, Dia de Finados |
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O dia
mais comemorado no Norte/Nordeste é finados. E nessas regiões
todo dia é finados. Só de crianças são milhares
por ano que morrem de fome. Não adiantam os programas criados pelo
Governo Federal para evitar esse genocídio. Em suas arengas de
campanha o Presidente Lula afirmou que de dez reais que saem de Brasília
para socorrer os candidatos a finados, sete ficam pelo caminho. Para onde
é desviado esse dinheiro? Eis aí um enigma que deve ser
solucionado. Achamos que essa pergunta jamais será respondida.
O problema é ligado, parece-nos, à corrupção.
Mas quem são os corruptos no Brasil? Dever-se-ia fazer um cadastro
dos corruptos brasileiros (cujo número aumenta a cada dia) que
deveria ficar a cargo de uma Secretaria Ordinária. Com o tempo,
essa Secretaria deveria se transformar num Ministério. A dificuldade
seria arranjar um ministro incorruptível!
Outro contingente de pessoas que também está precisando de uma assistência governamental são os aborteiros. Matam criaturinhas ainda no ventre materno como se fossem animais. Para essa gente não existe o Espírito; existe, sim, um pedaço de carne com aparência humana. Não há vida, a não ser após o nascimento. Essas criaturinhas são vítimas de mães e irresponsáveis que delas não têm dó nem piedade. Assim, vem crescendo o número de assassinos no Brasil e todos ficam impunes, o que é uma característica da cultura brasileira. Quanto ao problema dos anencefálicos, de qualquer forma, existe ali vida. Por que não deixam nascer essas criaturinhas? O que seria mais justo, ao invés de assassiná-las no seu casulo materno. Na verdade, esse ser assim eliminado, mesmo sem cérebro, é animado por um Espírito. O problema é que não se acredita em imortalidade da alma, em reencarnação e, sobretudo, na Lei de Causa e Efeito, que é silenciosa, eficaz e independe que qualquer tipo de crença filosófica, científica e religiosa. E o papel da mãe? Será que seria melhor para ela consentir no assassinato do seu filho ou lhe dar uma oportunidade de nascer mesmo que venha a falecer? Existem implicações espirituais que os senhores juristas e ministros de tribunais superiores não conhecem. Então, o certo é que nem as mães e nem os juristas conhecem as conseqüências que dimanam desse ato que foi próprio do regime nazista. Ainda bem que no Supremo Tribunal Federal prevaleceu o bom senso. Quanto aos médicos adeptos do aborto e da eugenia, parece-nos que eles se arvoram os senhores da vida e da morte. Vida da qual não conhecem as suas origens; e morte que temem e cujo processo não sabem absolutamente explicar. Ademais, os médicos, quando colam grau, juram lutar pela vida, e não favorecer a morte. Esse juramento seria realmente de Hipócrates ou de hipócritas? Então, o Dia de Finados no Brasil é mais comemorado que Carnaval, uma vez que só de abortos são cinco milhões de foliões que não vão ter a oportunidade de pular atrás do trio elétrico, onde “só não vai quem já morreu...” Que Deus os acuda! |
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